7189

Para tudo na vida eu só demonstro interesse uma vez. Não mendigo, inclusive, atenção das pessoas, porque eu me basto com a minha felicidade. Os vácuos das pessoas me inspiram a não ter mais vínculo com elas, ou caso eu venha a ter, não será metade exacerbado como antes. Todavia, vivo como o fado me permite. Nada é em vão. O que está escrito não pode ser transfigurado. Sou mais um ser humano que vai virar pó quando ele quiser. A vida é muito curta para eu prezar banalidades. O tempo é valioso e exige reflexões. Os questionamentos são quase ubíquos na minha vida. Aprendi que através deles posso me reinventar, subsistir tentando melhorar. Nada é tão sucedâneo quanto o questionamento. No entanto, não me espanto.

Nenhum comentário:

Postar um comentário